Empresa certifica carcaças bovinas para atender às demandas do mercado

Certificação de carcaças aumenta renda dos pecuaristas, permite análise e otimização da produção e garante carne de qualidade e procedência

A carne é o segundo principal produto de exportação do agronegócio brasileiro, de acordo com levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) feito em 2020. Com 16,93% das exportações, a carne fica atrás apenas da soja, responsável por 42,76% das exportações agropecuárias no Brasil. O país é o segundo maior produtor de carne bovina do mundo, com um rebanho de mais de 244 milhões de cabeça em 2019, segundo dados do United States Department of Agriculture (USDA), organizados pelo Instituto Tricontinental de Pesquisa Social.

Além das exportações, o mercado interno também segue em ritmo crescente – entre 2008 e 2020, o consumo de bovinos pelos brasileiros cresceu de 7,3 milhões de toneladas para 7,8 milhões de toneladas.

Mais do que produzir grandes quantidades, os pecuaristas precisam ficar atentos às demandas dos consumidores, que estão cada vez mais exigentes. Por isso, a PECBR Consultoria, especializada no acompanhamento e na performance de carcaças bovinas, buscou alternativas para proporcionar aos seus clientes resultados cada vez melhores e se tornou a primeira classificadora e certificadora de carcaças do Brasil habilitada para inserir derivações de carne a pasto ou confinamento (feedlot).

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Caio de Assis Rossato, zootecnista e diretor-geral da PECBR, explica que, assim como há uma mudança no perfil dos consumidores, a cadeia produtiva da pecuária de corte também se transforma. O resultado é uma produção em larga escala dos diferentes tipos de sistemas de produção para oferecer novas formas de apresentação no mercado e suprir as demandas dos mais variados nichos de carnes. “O objetivo da certificação é credenciar os produtores e destinar as carcaças aos consumidores do mercado interno e externo. Para isso, nós nos credenciamos na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e cumprimos todo o regulamento de rastreabilidade exigido pelo Governo Federal para ter reconhecimento internacional e possibilitar a habilitação da certificação pelo MAPA. Também somos habilitados na classificação de carcaças ‘novilho precoce’ pelo governo do Mato Grosso do Sul”, esclarece.

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Certificação das carcaças beneficia toda a cadeia produtiva

Os produtores e estabelecimentos devem seguir todos os protocolos determinados pela PECBR para que as carcaças recebam o certificado. O zootecnista afirma que, desde o início do processo de certificação, há três anos, seis estabelecimentos e um frigorífico já foram certificados. “A certificação é imprescindível para que os pecuaristas possam mensurar os impactos dos pilares genética, sanidade e nutrição e medir a eficiência da engorda dos animais, e de suma importância para que os frigoríficos possam melhorar o processo de venda das carcaças, além de mensurar o aproveitamento de cortes especiais na desossa. Sem contar que os pecuaristas ainda são beneficiados diretamente ao vender as carcaças de acordo com nossos protocolos, pois recebem uma remuneração no valor pago pela arroba. Por fim, os consumidores têm a garantia de comprar uma carne com procedência e qualidade”, conclui.

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