Pecuarista-S João Pennacchi: sustentabilidade vem de berço

Práticas sustentáveis fazem parte da história da Ouro Fino Agropastoril

Apenas três meses depois de seu lançamento, a Plataforma-S já anuncia um pecuarista a ser incluído no Programa Pecuarista-S: João Pennacchi, o jovem de 23 anos responsável pelos negócios da Ouro Fino Agropastoril, marca reconhecida na agropecuária no oeste do Paraná.

Pennacchi foi escolhido pela Corteva, em parceria com a Plantar Comércio de Insumos, para participar do Programa pelas práticas sustentáveis da Ouro Fino, “uma referência na região, desde a genética e a cultura de pastagem até a nutrição animal, totalmente engajada ao ciclo sustentável e com preocupações ambientais”, ressalta o gerente de pastagem da Plantar, Antonio Carlos Sabadin.

Foi com todo esse respeito ao meio ambiente, e mais muita vontade e gratidão, que o jovem Pennacchi abraçou, há menos de um ano, o compromisso de dar continuidade ao legado do pai, José Carlos Pennacchi, falecido recentemente, em julho deste ano. “Esse reconhecimento não deveria ser para mim, mas principalmente para meu pai”, Pennacchi faz questão de lembrar publicamente.

De fato, a Ouro Fino Agropastoril já nasceu comprometida com o desenvolvimento sustentável e a preservação ambiental na região, destinando no mesmo ano de sua fundação como madeireira, em 1982, uma área de 2.500 ha para RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), com fauna e flora preservadas.

De lá pra cá, essa visão só fez crescer as iniciativas sustentáveis e os negócios das empresas. Para se ter ideia, hoje o Grupo Ouro Fino estrutura suas atividades a partir da atribuição de suas terras, divididas em três partes, com áreas semelhantes: uma parte para agricultura, outra para a pecuária e o terço restante totalmente destinado à reserva legal, “muito acima dos 20% mínimos exigidos por lei”, Pennacchi faz questão de ressaltar. Em números atualizados: dos 3.030 alqueires totais (equivalente a 7.332,6 ha), cerca de 1.000 al são RPPN – 50% a mais do que determina a legislação.

Projetos S em parceria

Como integrante do Programa Pecuarista-S, Pennacchi participará de iniciativas e serviços promovidos pela Plataforma-S da Corteva, que colocam em sinergia o estímulo às boas práticas no manejo de pastagens, o respeito ao meio ambiente e o desenvolvimento sustentável do próprio pecuarista, de seu negócio e das comunidades em seu entorno. Trazendo as quatro letras S que refletem a Plataforma: S de Sucesso, de Sustentabilidade, de Socioambiental e de Sinergia.

A primeira iniciativa a ser desenvolvida é resultado da fusão de recursos provenientes da Plataforma S para duas ações diferentes. Inicialmente, explica Pennacchi, “o programa havia nos destinado duas verbas: uma para reabilitação de matas e nascentes e outra para uma ação social. Mas como já temos as matas preservadas nas nossas fazendas, sugeri que os dois recursos fossem totalmente empregados para a sociedade”. A Corteva e a Plantar aprovaram a proposta.

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A ação se destina às crianças da cidade de Vera Cruz do Oeste, no Paraná, por meio da Escola Especializada Irmã Dulce, da APAE PR, voltada à educação especial para portadores de deficiência intelectual. Será construída uma estufa para produção de mudas de árvores nativas e de eucalipto, para reflorestamento em áreas permanentes e matas ciliares.

A ideia é promover práticas manuais e a conscientização ambiental das crianças da escola e, ainda, receber outros alunos da rede pública de ensino para atividades extracurriculares orientadas a técnicas de gestão e plantio com respeito ao meio ambiente. Sabadin faz questão de enfatizar que, “além do benefício social, para que o projeto seja totalmente sustentável, a APAE poderá vender as mudas produzidas”.

Ainda em fase de planejamento, a outra ação, batizada de Hectare S, promoverá a rentabilidade e a sustentabilidade de uma pequena propriedade familiar na região, oferecendo condições e conhecimento para a construção de novas estruturas e reforma do pasto, como forrageira, adubação, divisa dos piquetes, genética e, ainda, medição do índice de CO2 eq, com o acompanhamento de técnicos.

Animado com a oportunidade de poder promover ações sociais e sustentáveis na região das suas fazendas, Pennacchi ressalta que gostou muito da proposta, porque “há a possibilidade de melhorar uma condição social, enquanto somos responsáveis ambientalmente. Isso tudo primando pela saúde financeira do negócio”. E conclui: “uma coisa não é antagônica à outra. São equivalentes”.

Para saber um pouco mais sobre os projetos, assista ao entusiasmado depoimento de João Pennacchi, o Pecuarista-S da Corteva do oeste do Paraná.

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